sábado, 11 de outubro de 2014

Leitura @maecomfilhos de hoje ;-) #pequenosleitores



#Repost @revistacrescer: "Para quem estiver em SP neste Dia das Crianças, não perca o Espaço Crescer de Leitura, na Fnac, da Av. paulista. E neste domingo, das 11h às 13h, CRESCER oferecerá uma oficina no local de personalização de capa de livro. Assim, as crianças poderão levar para casa uma recordação customizada da obra que mais gostou. Fofo, não? #espaçoleituracrescer" #diadascrianças #pequenosleitores #maecomfilhos via Instagram http://ift.tt/1syYqok Faça parte da nossa turma! http://ift.tt/17HVqqD Compartilhe suas dicas de leitura: marque suas fotos do Instagram com a hashtag #pequenosleitores e ela será destaque na nossa fanpage :-)

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Chegou a Coleção de Livros Itaú 2014! (por @silvia_az)

O programa Itaú Criança da Fundação Itaú Social lançou mais uma vez a campanha Leia para uma criança e já disponibilizou o cadastro para quem quiser receber a Coleção de Livros Itaú de 2014.

Você pode pedir para seus filhos, sobrinhos, afilhados e até para doação. Agora, só não pode pedir o livro e deixá-lo na estante, ok? Porque, além de livros gratuitos, este projeto pretende estimular o hábito da leitura.

E todo mundo sabe que crianças seguem muito mais um exemplo que uma ordem. Por isso, leia para uma criança, para duas, para um monte delas! Sente pertinho, faça vozes engraçadas, encene a história. Tudo isso ajuda a tornar o momento da leitura mais agradável e divertido, claro!

Ah! E antes que me esqueça, estes são os livros escolhidos para a Coleção de Livros Itaú de 2014: Gato pra cá, rato pra lá (de Sylvia Orthof) e Papai! (de Philippe Corentin).




Então, não perca tempo e peça seus livros Itaú através deste endereço eletrônico: www.itau.com.br/crianca

É de graça!



Quem escreveu este post?
Silvia Azevedo, do blog Uma Pitada de Cada Coisa, mãe, jornalista e amante dos livros.

sábado, 27 de setembro de 2014

Indicações de leitura da Família @Blogdati para #pequenosleitores

Que tal aproveitar o final de semana de preguiça e aumentar a biblioteca da família? Espia lá!!! #livros #literaturainfantil #pequenosleitores #blogdati ---------------------- #Repost from @companhiadasletras with @repostapp --- De 27/9 a 12/10, 85 livros da Companhia das Letrinhas e Seguinte estarão com 50% de desconto! Acesse blogdacompanhia.com.br e confira a lista de livros e livrarias participantes. �� via Instagram http://ift.tt/1rAWfAa Faça parte da nossa turma! http://ift.tt/17HVqqD

domingo, 14 de setembro de 2014

Fábula Urbana no @showdavida: "Aí, tio, me dá um livro aê, tá ligado?" (por @samegui)




Um quadro do Fantástico no qual um ator mirim interpretou um menino de rua pedindo um livro para as pessoas que passam reviveu uma história real que virou livro. A "pegadinha" foi baseada no livro Fábula Urbana, do escritor José Rezende Jr, inspirado em um fato real que aconteceu com o próprio autor, quando ele estava em um shopping em Brasília e uma criança pediu que ele lhe comprasse um livro.

O que passaria na sua cabeça se uma criança de rua te pedisse um livro?

Eu, sinceramente, fiquei sem resposta. Mas estou aqui com muitas caraminholas na cabeça!

E enquanto não decido o que faria ou como me sentiria, fui pesquisar o livro, claro!

A sinopse é instigante:

"Fábula urbana" é um álbum ilustrado que apresenta a releitura de uma cena bastante comum nos centros urbanos: a de crianças e jovens pedintes. O preconceito de um “homem de terno” torna-se conflituoso quando o pedido feito pelo menino, em vez de dinheiro, é de um bem cultural inquestionável: “Moço, me paga um livro?” A obra, bastante densa, passa a questionar nossos valores e certezas e os preconceitos da classe média, instigando grande reflexão social, para crianças e jovens de todas as idades.

Gostei porque, vejam que democrático, no site do autor é possível ler (e salvar para seu dispositivo) a crônica:

Fábula Urbana:

- Moço, me dá um livro?
- Não tenho trocado.
A resposta escapuliu assim, num refluxo, como se aquele fosse o pedido mais natural do mundo. "Livro?!", refletiu, um segundo depois, o homem de terno. Teria o menino pedido "livro", em vez de "dinheiro", "trocado", "um real"? Ainda que houvesse o menino pronunciado frase mais coerente - "Moço, me dá um de-comer que eu tô com fome?"- alguma coisa estava fora de ordem. A começar pelo diálogo em si: como haveriam de contracenar neste mesmo shopping personagens tão opostos quanto este, o homem de terno, e aquele outro, o menino pobre que pedia livro, dinheiro, comida ou o quer que fosse? Era, pois, um diálogo inexistente, concluiu o homem de terno.
- Pode ser qualquer livro, moço.
A insistência do menino trouxe o homem de terno de volta à realidade absurda. O homem olhou em volta: nenhum segurança de paletó e gravata à vista; sequer o mais remoto zumbido de um walt-talk. Não que o homem de terno temesse alguma violência por parte daquela triste figura em miniatura. Talvez até temesse, mas em outra situação: estivesse ele parado no sinal vermelho,vidro do carro estupidamente aberto, e o menino, caco de vidro em punho magro, grunhindo com a voz gosmenta de cola de sapateiro, "Aí, tio, me dá um livro aê, tá ligado?" Talvez até temesse, fosse o menino menos menino, não mais o embrião de um perigo futuro, mas o perigo em si, já maduro, aqui e agora. "Não, ainda é cedo para ter medo, pelo menos deste aí... talvez daqui a dois ou três anos", calculou, por alto, o homem de terno, avaliando, com alívio, a altura e o peso do menino.
Na seqüência, o alívio deu lugar à indignação. Era uma questão de cidadania: o homem de terno pagava impostos e dízimos; estacionara o carro na garagem automatizada, guardara o ticket no bolso do paletó azul-marinho, tomara o elevador panorâmico; fizera tudo certo. Tinha, pois, o direito constitucional de não ser, assim, afrontado pela realidade, ainda mais num shopping, fortaleza arquitetada para resistir a qualquer ofensiva da vida real. Realidade, ali, só mesmo a dos reality shows exibidos nas tevês de 29 polegadas das lojas de eletrodomésticos.
- Moço, o livro não precisa nem ter figura. Pode ser do mais baratinho.
De tão pequeno, o menino coube, da cabeça aos pés, num único olhar do homem de terno.O figurino, é certo, não parecia adequado ao personagem "menino pobre clássico", que exigiria: calção surrado, pés descalços, cobertor fedorento jogado nas costas nuas, lata de cola nas mãos. Não. Talvez graças a esse artifício, o de fugir ao figurino-padrão, conseguira o menino pobre burlar a segurança do shopping.
"Negligente segurança", rosnou em pensamento o homem de terno, pois a pobreza do menino, ainda que camuflada sob certo grau de dignidade (era possível que tivesse mãe, o menino, "mas pai ausente ou alcoólatra, na certa"), não resistiria a um olhar mais atento: calça remendada, com a barra desfeita, camiseta de malha puída, enorme, decerto herdada do irmão já morto pela polícia ou pela gangue rival ("Deus, como essa gente tem filhos!"), e o tênis - sim, o tênis, que até parecia de marca ("imitação ou roubado, com toda certeza"), mas imundo e com barbante encardido fazendo o papel de cadarço.
Caso persistisse alguma dúvida quanto ao lugar na pirâmide social ocupado pelo menino, bastaria ao homem de terno conferir a indelével marca registrada de toda e qualquer pobreza infantil: o nariz a escorrer num resfriado eterno e sem remédio.
O menino secou provisoriamente o nariz com o dorso da mão e voltou à ofensiva, desta vez com o olhar silencioso que implorava, reivindicava, cobrava, acompanhado da interjeição incisiva e curta, que ao homem de terno soou quase agressiva.
- Ã?
O homem de terno olhou em volta, em busca do deserto vazio e seguro de todos os shoppings do mundo, que é sempre feito de multidão e sacolas, mas agora, ali, não havia ninguém, nem nada. "Está ficando tarde", pensou o homem, tenso. Os únicos vestígios de presença humana vazavam exatamente da livraria envidraçada, cuja fachada refletia dois seres de dimensões tão diferentes, frente a frente num encontro improvável. O homem entrou, seguido pelo menino. Caminharam quase juntos, mas distantes, até o fundo da livraria.
- Escolhe.
Mal pronunciou, o homem de terno, a palavra desconhecida - "escolhe" - cujo significado o pequeno interlocutor apenas intuía, pôs-se o menino a percorrer as prateleiras entulhadas de livros de todas as cores e tamanhos. O homem observou, divertido, o olhar de assombro do menino, o queixo apontado para o topo da prateleira, a respiração suspensa, a indecisão em cada músculo do corpo
- Moço, como é que escolhe?
O homem de terno olhou o menino, e o viu pela primeira vez em sua sólida fragilidade. Não havia por que temê-lo, não ainda, não esta noite, não aqui. O homem percorreu, então, com olhos e dedos experientes as lombadas dos volumes expostos na prateleira. Puxou um, mais ou menos ao acaso, e estendeu ao menino. Virou as costas e deu alguns passos em direção ao caixa, à espera do agradecimento comovido. Que não veio.
- Moço, lê pra mim?
Sem saber a razão, sem ao menos perguntar a razão, o homem leu. Ou melhor, esquivando-se do trabalho de apanhar os óculos no bolso interno do paletó, folheou meio cego o livro em ordem errática, e valeu-se apenas da memória esquecida, de quando era pequeno, emendando uma história na outra, embaralhando enredos e personagens da infância remota, que, só agora se dava conta, jamais compartilhara com os filhos. Era uma vez um gato de botas perdido na floresta com sua irmã Maria que era bruxa e usava um chapeuzinho vermelho aí chegou o lobo mau perseguindo os três porquinhos montado no tapete mágico quando encontrou a bela adormecida cercada pelos sete anões.
E lia o homem de um fôlego só, entonação a princípio displicente, incapaz de refletir a tensão de personagens engolfados por destinos tão trágicos e fabulosos. Mas tanta atenção prestava o menino, os olhos brilhando, a véspera do sorriso emoldurado pela secreção eterna a escorrer do nariz, que se viu o homem obrigado a administrar exageros, costurar com alguma coerência diálogos mal-ajambrados, e emprestar ao caos que ele próprio criara um arremedo improvisado de ordem, e modular a voz ao sabor de aventuras e desventuras, e conjurar sortilégios, e reconciliar amores impossíveis, e, no fim, já quase sem fôlego, punir os maus e recompensar os bons.
E melhor só não fez, o homem de terno que nunca havia contado história, porque era tarde demais, ou por não suportar o assombro familiar e o sorriso antigo que um dia fôra dele e agora pertencia ao menino. E foi-se o homem até o caixa da livraria, da livraria ao elevador panorâmico, do elevador à garagem automatizada, da garagem à rua, tudo num único movimento, sem olhar para trás. E já guiava o homem o automóvel veloz pelo trânsito lento, a boa ação aos poucos embotada pela culpa, a culpa que num instante era semente e no outro floresta centenária, não a culpa pela posse de tantos livros, ternos e automóveis, não a culpa pelo medo inicial e a intolerância de sempre, mas a culpa por ter esquecido de dizer ao menino, ainda que ele próprio não acreditasse, dizer ao menino no final "...e foram todos felizes para sempre", porque é assim que terminam todas as histórias, ou era assim que deveriam terminar todas as histórias.
E foi ruminando o amargor da culpa que o homem de terno parou no sinal vermelho, e foi ruminando o amargor da culpa que percebeu tarde demais o vidro do carro estupidamente aberto, no sinal fechado, àquela hora da noite vazia. E foi então que o homem de terno, grudado ao volante, avistou o vulto saindo dalgum beco escuro, o vulto que parecia o mesmo menino, mas de alguma forma outro, menos menino, mais forte e ameaçador, o tórax exageradamente inflado sob a camiseta puída ou antes era a arma oculta sob a camiseta puída, era o menino, e o homem vomitou a culpa e engoliu o medo, e trêmulo, incapaz do gesto salvador de fechar o vidro elétrico, entregou-se o homem de terno ao abandono, e viu o menino encher toda a janela do carro, e de sob a camiseta puída sacar o livro, e disparar à queima-roupa:
- Moço, me ensina a ler?

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terça-feira, 9 de setembro de 2014

Livros infantis sobre meio ambiente (por @samegui)

Vi estas dicas de livros infantis sobre meio ambiente no blog de uma amiga geóloga, o Ecodesenvolvimento, que é um dos fundadores do Science Blogs Brasil.

Claudia (@clauchow) conta que reuniu as obras pensando em amigos com filhos. Ela buscava referências brasileiras para presentear filhos de brasileiros nascidos no exterior (Clau viaja muito!), mas trago para cá com o viés da sustentabilidade, pois pode nos dar um paradigma de qualidade na área, né?

Então publico abaixo os trechos com as palavras dela:

"Eis que esse ano apareceram 2 lindas surpresas literárias que eu tanto queria e com o trabalho de 2 pessoas super queridas para mim. O primeiro é o livro multimídia Bichos de Cá com ilustrações da Tati Clauzet, uma artista plástica que mora lá em Itatiaia e que tenho o prazer de frequentar o ateliê sempre que vou até lá, o livro tem toda uma proposta diferente pois fala de bichos brasileiros cantando música com ritmos nacionais. Além do CD que acompanha o livro com as músicas ainda tem um app pra baixar no smartphone ou tablet, achei a proposta bem inovadora com um tema que me encantou muito!

A segunda grata surpresa foi saber que a Maria do blog Ciência e Ideias fez parte doBrasil 100 Palavras,um livro que não só fala dos bichos brasileiros mas também dos biomas, das plantas e das paisagens do nosso país. Esse livro ainda não tive a oportunidade de folhear, mas deve ser muito lindo.

Mas qual a importância de falar dos nosso bichos e da nossa natureza para as crianças? Não só as estrangeiras que foi que gerou a minha motivação para procurar livros a respeito, mas as nossas crianças também precisam saber mais como é e o que temos na nossa tão famosa biodiversidade!"

Gostou? Acompanhe o blog dela no scienceblogs.com.br/ecodesenvolvimento

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quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Uma criança que lê será um adulto que pensa #pequenosleitores



Uma criança que lê será um adulto que pensa #pequenosleitores http://ift.tt/17HVqqD

(a imagem reforça estereótipos, mas a mensagem é verdadeira!)

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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Leitura @maecomfilhos: Angelina em O balé da Cidade Grande #pequenosleitores



É Dia da Bailarina e lembrei de contar deste livro lindíssimo e especial que ganhamos da Saraiva: Angelina em O balé da Cidade Grande (editora Caramelo).

Parte da série escrita pela autora norte-americana Katharine Holabird, baseada na animação Angelina Bailarina (da TV), a obra conta a história da ratinha Angelina, que está em férias na casa de sua tia Violeta e decide participar do Espetáculo de Dança de Grande Queijo. Junto com sua prima Jeanie, a bailarina precisa antes solucionar um conflito: qual estilo as duas irão adotar na performance? O sapateado, maior paixão da Jeanie, ou o tradicional balé de Angelina? \

Vejam na próxima foto a surpresa do final do livro, um teatro em pop-up com bonecos lindos para descartar e brincar.
Até #manu1ano brincou, inventando comigo historinhas. Imagino tudo que uma menina maior faria!!!!!
:)



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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Leitura @maecomfilhos de hoje foi na #bienaldolivrosp ;-) #pequenosleitores




Finalmente fomos conferir a Bienal do Livro SP 2014.

Em sua 1ª #bienaldolivrosp nossa pequena #manu1ano viu teatro, brincou e ganhou livros.

O evento está mesmo cada dia mais cheio e cada dia mais jovem! Mas tem espaços e ofertas boas para todos os públicos. 

Curtimos ver os espaços crescentes de literatura infantil e juvenil, que acabam "empurrando" para os cantos os stands de adultos (sobre concursos ou com temática filosófico-religiosa) e descobrir novos mundos culturais nos stands das rádios Disney e Band.

Da literatura voltada para os bebês. Adoramamos estes livros travesseiros dos personagens queridos da Disney! O sofrido foi escolher! Nem #manu1ano - sempre tão decidida - sabia qual pegar! E o preço estava ótimo!




Mais uma dica #maecomfilhos na #bienaldolivrosp, especial para quem vai com bebês ou pecorruchos: nas ruas A e O tem fraldarios com cadeira de amamentação, microondas e água mineral ;) 

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quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Indicações de leitura da Família @Blogdati para #pequenosleitores

#inspiração para a leitura com as crianças no dia de hoje, que promete ser chuvoso em boa parte do país... Casinha de mdf decorada com boneca e tudo. Se não tiverem casinha, sugiro cabana de cobertas e lanterna nas mãos com livros de aventura :) #coisasdecriança #pequenosleitores #quartodecriança #kidsroom #leitura #casinhas via Instagram http://ift.tt/1BBtuqJ Faça parte da nossa turma! http://ift.tt/17HVqqD

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Leitura @maecomfilhos de hoje: Todas as capas da Turma da Mônica ;-) #pequenosleitores



Levanta da mão quem começou a ser leitor com os gibis da Turma da Mônica! o/

Minha bebê Manu e os #2nerdnacozinha curtiram muito os livrinhos com todas as capas da turminha que a Bienal do Livro de São Paulo nos mandou junto com ingressos pra feira.


"Todas as capas da Mônica" é o nome da coleção de minilivros da Maurício de Sousa Produções, parte das obras editadas em comemoração aos 50 anos da Mônica e reune todas as capas da revista mensal já publicadas desde 1970. 



Segundo li, são 2 volumes  com uma retrospectiva de capas em ordem cronológica: 521 capas desde a Nº 1 da Editora Abril de 1970 até a Nº 75 da Editora Panini de 2013. Cada um começa com um texto de 4 páginas, escrito por Solange Mary Lemes (jornalista e que trabalhou na área editorial da MSP por muito anos), comentando sobre o livro e sua trajetória na MSP. E a seguir, são mostradas as capas, uma por página, informando em cada uma o número da edição, mês e ano que foram publicadas.

A pequena leitora daqui de casa gostou porque são do tamanho da mãozinha: cada volume tem formato 10 X 11,5 cm, firme e resistente, com capa cartonada plastificada (e aba marcadora de páginas) e muitas imagens, pois são 276 páginas!

  • O volume 1 reúnem 260 capas entre 1970 a 1991 (todas as 200 da Editora Abril, além da Nº 1 ao nº 60 da Globo) e a capa é representada pela "Nº 1" de 1970. 
  • O volume 2 reúnem 261 capas entre 1992 a 2013 (a partir de 'Mônica nº 61' da Globo até a nº 75 da Panini). A capa desse livro é da "Nº 1" da Panini de 2007.



E é assim - no melhor estilo Tudo junto e misturado - que lemos e consumimos cultura aqui em casa!
:) Tem entrevista com nossa família no Blog da #bienaldolivroSP: Livros que conectam pais e filhos (desde a barriga!) :)

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